Cidadãos de Nova Redenção procuram Fepesba para fundar Colônia

Cidadãos de Nova Redenção procuram Fepesba para fundar Colônia

O Sistema Confederativo segue forte na Bahia. Comprovando isso, na tarde de segunda-feira (30), um grupo de moradores de Nova Redenção, na Chapada Diamantina, iniciou diálogo com presidente da Fepesba, Raimundo Costa, na expectativa de instituir uma Colônia de Pescadores no município. De acordo com a comitiva, a região, banhado pelo Rio Paraguaçu, reúne cerca de 100 pescadores, ainda não organizados socialmente.

Após instalada a Colônia, a pretensão do grupo, que veio a Fepesba acompanhado pela secretária de educação do município, Daniela de Sá Teles, é promover uma parceria com a Prefeitura e com o Instituto de Educação Social e Tecnológica (IEST), para ofertar capacitações aos pescadores de Nova Redenção e região. “Queremos garantir, para os pescadores de Nova redenção e suas famílias, emprego, renda, cidadania e educação. Uma verdadeira transformação social”, definiu o cidadão nova-redençoense José Mário Dias.

Depois de ouvir o relato da comitiva, o presidente da Fepesba falou sobre o funcionamento do Sistema Confederativo, explicou a legislação que rege a pesca no Brasil e esclareceu as dúvidas sobre os procedimentos necessários à fundação de uma Colônia. “As Colônias, Federações Estaduais e a Confederação Nacional são as únicas entidades reconhecidas na Constituição Federal para representar os pescadores profissionais deste país. O Sistema Confederativo é regido por leis, que devem ser comuns à todos aqueles que desejem integrá-lo”, explicou Raimundo Costa.

Para dar continuidade ao processo de verificação de viabilidade para instalação da Colônia em Nova redenção, uma visita da Fepesba ao município ficou pré-agendada para o próximo mês de julho. “Esse momento com os pescadores é de fundamental importância. Primeiro para conhecermos a realidade local e depois para explicarmos como funciona uma Colônia, para esclarecermos como deve ser uma organização social de acordo com os parâmetros do Sistema Confederativo, suas exigências e benefícios”, concluiu Raimundo.

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